15/2/08
Código da Vida - Parte 2
"Um dia, olhando para o céu, achei que as nuvens de minha terra tinham a marca de seus braços. Nunca reclamou de nada na vida, vivia alegre e suas risadas gostosas são um dos melhores sonhos que guardo de minha infância, junto com o canto da passada nas madrugadas rurais e azuis de Cravinhos. Isso me engasga e molha os olhos que, com o tempo, foram aprendendo a conter lágrimas para a garganta engolir em seco. Para mim, hoje a saudade é um soluço de lágrimas retidas. Sinto a humildade delas em minha alma."
Com efeito, reportando-se a um quadro de humildade, anonimato e heroísmo nas reminiscências maternas, o escritor não faz prosa, senão poesia, da mais bela inspiração, escrevendo palavras que, antes de chegarem ao papel, já percorreram a alma e o coração.
Sds. Diego
criado por diegotobias
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